Autuori cita catimba dos paraguaios e diz: "Atlético-PR tem que responder com futebol"
Após o empate em 3 a 3 com o Deportivo Capiatá, em casa, treinador admitiu que já sabia do estilo do adversário em simular jogadas, mas pediu que o Furacão pratique o bom futebol para superar as adversidades de jogo
Em um jogo com muitas alternativas, gols e viradas, o Atlético-PR ficou no empate em 3 a 3 diante do Deportivo Capiatá, na Arena da Baixada, pela terceira fase da Conmebol Libertadores Bridgestone, e terá que buscar uma vitória no Paraguai, na próxima quarta-feira (22 de fevereiro). O técnico Paulo Autuori acredita que a melhor defesa do Campeonato Brasileiro 2016 não esteve em uma noite normal e os erros custaram caro ao time.
"Não tem que lamentar nada. Tivemos nossos erros e não devemos transferir nossos erros para outro. Erramos onde não costumamos errar. Defensivamente não estávamos no nosso nível. Essa é a razão. Falhar em situações como essa não é fácil, o gol vale muito nessa fase. Tomar três gols não sei o que é há muito tempo”, disse o treinador, que agora quer focar na reação no Paraguai. "Vamos em frente. Vamos confiante que temos condições de reverter isso e fazer um jogo que nos dê a vitória”, projetou.
O comandante rubro-negro minimizou a catimba do time paraguaio, que em alguns momentos chegou a irritar os atleticanos e a própria arbitragem, mas alertou que isso faz parte do jogo deles e o Furacão precisa saber lidar com essas situações. "Sabemos como eles jogam, a catimba, simulando cotovelada. É normal. É do jogo. Temos que responder com futebol”, avaliou.
Autuori mostrou tranquilidade em relação ao aspecto psicológico do grupo e garante que, mesmo com as dificuldades, ainda dá para reverter. "Temos uma equipe que sabe reagir, já demonstrou isso em outros momentos. Não podemos nos abater de maneira nenhuma. Quando nós erramos não tem que lamentar nada. Tem que levantar, sacudir e dar a volta por cima. Eu já estou há bastante tempo nisso e sei que futebol acontece isso. Tem tempo para recuperar. Jogo complicado, difícil”, concluiu.
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